BOM PARA O CACHORRO E PARA O DONO – Texto escrito para o Jornal da AMO (Pedra Branca – Palhoça) e que foi indevidamente modificado e assinado por outra pessoa.
dezembro 23, 2009 at 11:02 am Deixe um comentário
Passear na companhia de um cachorro pelas ruas, parques e praças de nosso bairro pode ser uma atividade agradável tanto para o animal quanto para seu responsável.
Além de divertidos, os passeios são necessários e considerados extremamente benéficos à saúde física e mental dos bichinhos, proporcionando maior bem-estar e qualidade de vida, assim como nos beneficia com um passeio/exercício muito agradável.
Muitos animais domésticos – principalmente os que não possuem espaço para brincar e os que passam grandes períodos sozinhos, afastados de seus responsáveis ou do convívio de outros da mesma espécie – acabam desenvolvendo estresse. Para este mal, passear também é um ótimo remédio.
Cães que passeiam com freqüência são mais confiantes, controlados diante de situações inesperadas e não sentem medo de tudo. Também é através dos passeios que os cachorros se comunicam com o mundo externo. Durante as caminhadas, vários sentidos são estimulados. Os animais passam a se comunicar com pessoas estranhas, tornando-se mais sociáveis, escutam barulhos diferentes, vêem objetos desconhecidos e farejam novos odores, o que possibilita inclusive a interação com outros cães, além de fazer com que seu responsável também se exercite. E não há dúvidas, para nossos bichinhos sempre temos um tempinho, disposição.
Apesar dos diversos benefícios dos passeios, não basta colocar o cão na coleira e sair andando. Alguns cuidados devem ser tomados e os limites do bichinho e dos humanos devem ser respeitados.
Quando se leva um animal a um local público, não há como saber se outros que passam por ali estão bem de saúde. Por isso, é importante que o cachorro que passeia esteja com as vacinas em dia, tome vermífugos e passe por controle de pulgas e carrapatos. Pulgas e carrapatos podem atacar também os humanos.
A cinomose está matando diversos animais em nosso bairro, por isso é muito importante que antes de levar seu bichinho à rua, verificar se as vacinas contra vários vírus estão em dia e lembre-se, mesmo vacinados, os animais não estão 100% protegidos.
Outras dicas são: evitar horários de sol forte; não fazer o cão caminhar acompanhando carros e bicicletas, havendo riscos de atropelamento e dos donos perderem a noção dos limites do bicho; e não passear com cadelas no cio, evitando que cães machos sejam atraídos (você já pensou em castrar seu animalzinho??).
Alguns cuidados básicos evitam contratempos. Para que o passeio com o cão ocorra sem problemas, os responsáveis devem ter algumas preocupações básicas. A primeira delas diz respeito à preservação do meio ambiente. Para evitar que as fezes dos animais tirem a beleza de nossas áreas públicas e ameacem a saúde dos seres humanos que freqüentam os lugares, é necessário sempre recolhê-las. A dica é levar uma sacolinha plástica dentro do bolso que, após utilizada, deve ser depositada no latão de lixo. Além de sujar o nosso bairro, as fezes dos cães podem transmitir doenças ao homem. As maiores vítimas costumam ser crianças. A contaminação geralmente acontece quando elas mexem na terra ou andam descalças.
Atenção especial também deve ser dada à necessidade de utilização de focinheira. Todos os cães, independente do tamanho, devem utilizar coleira e guia. Porém, para animais com mais de vinte quilos ou pertencentes a raças consideradas mais agressivas – como por exemplo rotwailler, pitbull e doberman – o uso da focinheira é obrigatório. A medida pode evitar sustos ou mesmo acidentes envolvendo outros pedestres e outros animais. Em Santa Catarina, o uso de focinheira é regulamentada pela LEI Nº 11.096, de 17 de maio de 1999.
Para muitos, a rotina é quase diária Em nossas ruas, parques e pracinhas, é possível encontrar muitas pessoas passeando com seus cães. Alguns proprietários fazem disso uma rotina quase diária. É o caso do militar João Dutra, que faz caminhadas na companhia de seu weimaraner chamado Eros, de 10 anos. “Depois que o adotamos, a quase 2 anos, caminhamos juntos”, diz João. “Devido ao exercício, Eros, que já está com idade avançada, se mantém ativo e bem de saúde. As caminhadas contribuem com a longevidade e a qualidade de vida de meu companheiro”. Aline Hoffmann, passeiam todos os dias com Yago, um lhasa apso macho de 5 anos. “Notei uma diferença enorme no comportamento dele depois que comecei a leva-lo na rua regularmente. Ele era um cachorro agressivo e ciumento não se dava com pessoas e outros cães e agora ele esta bem melhor, já brinca com outros cães nos passeios e esta mais sociável.” revela Aline
Nos passeios, tanto João, quanto Aline dão o exemplo de educação ambiental. Sempre que passeiam com seus cachorros, levam sacolinhas plásticas para recolher as fezes dos bichinhos. “Recolhê-las é uma questão de consciência e boa educação”, comenta Aline “O que falta em nosso bairro, são lixeiras, para que possamos colocar as sacolinhas enquanto caminhamos. No meu caso, tenho que voltar pra casa com o presentinho do Eros” diz João.
Fica a dica então: – Ao levar o cachorrinho para passear, utilize sempre:
- Coleira com identificador (de metal com acrílico ou comprado em qualquer papelaria, esta uma plaquinha de plástico – com nome do animalzinho e telefone para contato caso se perca), guia e focinheira.
- Levar sempre, sacolinhas plásticas para o recolhimento das fezes.
- Verificar a carteirinha de vacinação se está em dia. Caso não esteja, é bom deixar seu amigo em casa até que esteja tudo certinho. – Dar vermífugos no mínimo de 6 em 6 meses e fazer o controle de pulgas e carrapatos.
Meu Deus, até quando as pessoas vão continuar usando o trabalho dos outros? até quando pessoas que não são capazes de escrever seus próprios artigos continuarão ganhando dinheiro em cima de pessoas que trabalham voluntáriamente a favor dos animais? fica aqui minha indignação por ver escrito no JORNAL DA AMO, um texto que me foi solicitado, aprovado e depois modificado, mantendo palavras minhas mas assinado por um pseudo jornalista não formado.
por: Ana Cristina
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